segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Não seja 99%... seja 101%!!!
Empreender é ENXERGAR soluções em meio `as adversidades e oportunidades, ter a CORAGEM de colocar suas ideias em prática e a COMPETÊNCIA para implementar as estratégias do início ao fim.
Já ouviram esta frase?
"Eu não sou pessimista, eu sou realista"
Muita gente enche a boca pra se dizer REALISTA, como se isso fosse um grande mérito...
PENSE COMIGO: o empreendedor não é nem otimista e muito menos realista. O empreendedor é VISIONÁRIO.
Ele não acredita em seus projetos por positivismo barato (otimista) e nem acredita porque ele tem garantias concretas (realista). Ele acredita porque ele enxerga os meios, as estratégias e as oportunidades de realizar os seus planos (visionário).
O visionário enxerga o que ainda não existe, o que ainda não é real e vende esta idéia para outros que o seguirão no projeto, transformando visão em realização.
O empreendedor faz as coisas acontecerem. O empreendedor não trabalha com a realidade.
Ele constrói a realidade onde nada existia aos olhos dos realistas.
Os realistas apenas observam e constatam o óbvio, bem depois que elas foram idealizadas e construídas.
Francamente, tudo que eu não quero ser na vida é um realista...
sábado, 10 de novembro de 2012
Confira o papel das mídias digitais na literatura infantil
A escola exerce papel fundamental no hábito da leitura, que deveria ser passado de pai para filho. São livros infantis que nos fazem viajar, ter sonhos criativos, aguçar a imaginação, conhecer culturas e países. Além disso, a arte de contar histórias percorre um caminho longo até os dias de hoje, quando toma corpo diferenciado e a renomeamos chamando-a de storytelling.
O texto nunca está pronto. A interpretação é essencial na produção dos sentidos. Deve ser atraente, útil e passar a ser uma experiência frequente para as crianças. Estas devem ter contato com contos, fábulas, quadrinhos e passear por impressos como livros, gibis, jornais, revistas, folhetos tendo como complemento recursos tecnológicos de som, vídeo, fotografias, etc.
Autores como Angela Lago, um dos nomes mais importantes da literatura infantojuvenil contemporânea, trabalha com a ilustração de seus próprios livros, além de criar narrativas sem qualquer texto. Possui mais de 30 livros publicados e inúmeros prêmios no Brasil e no exterior. Transformou a dificuldade de escrever, por ser dislexa, em um talento que hoje é reconhecido internacionalmente. Ela não tem medo da tecnologia, pelo contrário, a utiliza como aliada em seu trabalho de literatura em linguagem de hipermídia. A conhecida história de Chapeuzinho Vermelho é transformada por Angela em “A interminável Chapeuzinho”.
A história é contada sem qualquer parágrafo escrito, apenas com animações e sons que dialogam na construção dos sentidos. A autora oferece inúmeras possibilidades de desfecho para uma mesma narrativa. O leitor pode optar se a Chapeuzinho segue o caminho indicado pela mãe ou vai pelo outro e mais perigoso, se a avó deixa o lobo entrar na casa dela ou não e outras inúmeras possibilidades. O leitor agora é leitor-navegador e explora as opções verificando as consequências de cada escolha feita.
O e-book e o audiobook podem ser novas abordagens para a literatura. A exclusão do mouse nos tablets cria mais intimidade do usuário com a mídia utilizada. Novos suportes têm modificado as práticas textuais e de leitura. A desconstrução da linearidade cria uma nova expressão literária. O assunto carece de discussão. Porém, independente de embates, o caminho mais saudável é fazer com que o texto seja um objeto corriqueiro na vida familiar e na sociedade. Não vamos debater o que é melhor, a certeza é que livros e outras mídias não precisam ser concorrentes, mas sim e por que não, produzirem habilidades e prazeres distintos?
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
A sua privacidade não é mais importante do que a oportunidade de criar a sua marca pessoal
Em uma época em que redes sociais são não apenas um canal de interação e conexão, mas sim de compartilhamento de experiências e de tudo mais que envolver o “universo do status” (o que você faz, aonde você está, o que está pensando, com quem está, etc.), as redes sociais correm o risco de se transformarem em uma mídia focada no ego das pessoas.
Nas mídias sociais, escolhemos a vida que transmitimos através de cada atualização em nossos canais, e mostramos, através de vídeos, fotos, compartilhamentos, aquilo que queremos passar para a outras pessoas.
A questão é: será que esses fragmentos digitais correspondem à mesma pessoa que eu, você e todo mundo conectado realmente somos?
E, muito mais importante do que isso é: o que as pessoas que estão conectadas a você, direta ou indiretamente, tiram de tudo que você compartilha, mostra, exibe e fala?
Enquanto estamos empolgadíssimos querendo mostrar o quanto sabemos, o quanto somos bonitos e intelectualmente atraentes para o nosso vizinho de Facebook – aqui no Brasil abreviado amigavelmente por apenas “face” – estamos muito longe de entender o que tudo significa e qual o nosso papel dentro dessa brincadeira toda.
Se é que cumprimos um papel em alguma coisa.
Mas, como sou partidário de que, em muitas coisas cumprimos um papel de Truman, interpretado por Jim Carrey no filme “O Show de Truman”, é bem capaz que o nosso papel nessa brincadeira toda seja muito mais do que nossa foto de perfil.
E, pra começar, nós seremos a última geração a ter um conceito de privacidade como antigamente. A partir de hoje, a privacidade é algo que precisa ser ensinado e, porque não, matéria nas escolas.
Isso, porque, cada vez mais, o que publicamos, o que pensamos, o que fazemos online vai exigir cada vez mais cuidado. Até por que, estamos construindo um pequeno retrato de quem somos. E será que somos o que compartilhamos, conforme preconiza o livro “Você é o que você compartilha” do Gil Giardelli?
E é aí que entra a conexão entre publicidade e privacidade (os 2 P’s dos negócios online que envolvem comunidades?). Essa relação é impulsionada pela necessidade muito humana de aceitação, a negação da solidão e o pertencimento a uma comunidade.
Afinal, quem quer ser sozinho e isolado nesse mundo?
Nós estamos online, nas redes, com a esperança de ganhar atenção e conexão de nossos pares e dos amigos dos nossos amigos.
Queremos estar conectados, juntos e ligados não apenas a nossos amigos. Mas também aos amigos de nossos amigos, e qualquer um que quiser nos conhecer e qualquer pessoa que desejam saber mais sobre nós.
Mas, no fundo, somos vistos apenas pelos nossos avatares, nossas fotos, nossos dados de perfil, já que estamos por trás da configuração de nossa privacidade e, podemos escolher quem tem o direito de ver o que fazemos.
Recebemos recompensa pelo engajamento, entre comentários, curtidas, retweets, mensagens, favoritos e até mesmo um aumento em nossa reputação no Klout.
Ao longo do tempo, nossa presença online pode variar de um simples usuário, que apenas marca presença online, até um influenciador – que deve ser a palavra do milênio nos negócios digitais.
Enquanto os seres humanos forem – e sempre serão – criaturas sociais por natureza, vamos cada vez mais nos isolando offline, e entrando nas comunidades online.
As mídias sociais são uma valiosa ferramenta de aumentarmos o nosso diáologo online e, se bem utilizadas, offline também. Com isso criamos a possibilidade de expandir nosso gráfico social no mundo real – afinal de contas, nunca é tarde para conhecermos um amigo de Facebook ou Twitter no mundo aqui fora.
Essa troca de informações servem como moeda para definir o quadro da economia social aonde o capital são ganhos de popularidade, influência e, por que não, publicidade.
Chegamos a um ponto em que precisaremos ensinar sobre privacidade. Agora, temos nela – a privacidade – uma necessidade desesperada. Precisamos de publicidade para construir nossa marca pessoal e para nos tornamos mais influentes para as pessoas que estão ao nosso redor.
Na economia social, o capital precisa ser medido por meio a nossa publicidade pessoal, o valor de nossa marca e tudo aquilo que aumenta a nossa influência.
Você constrói um espaço público. Um espaço aonde as pessoas esperam ter informações sobre você. O espaço não é seu, da sua empresa, ou da sua mãe. O espaço é de quem visitar o seu perfil. Ele é uma mídia – publicitária – para vender um produto – o você.
O que você diz nesse espaço público digital será encarado como verdade e como a sua opinião pelo mundo. O que você opina, divulga e mostra, será encarado como a sua personalidade por aqueles que estão a sua volta.
O que o “você ideal” das redes sociais deveria compartilhar? Qual a imagem que uma pessoa quer passar sobre ela nas redes sociais? Qual é a publicidade que você quer fazer sobre você mesmo online? A pessoa que apenas adora sexta-feira, baladas e viagens, ou uma pessoa que só pensa em farra?
Então, por que diabos você acaba caindo nessa armadilha nas redes sociais.
A vida não é sobre encontrar a si mesmo. A vida é sobre a criação de si mesmo. George Bernard Shaw.
Esse artigo foi inspirado por um belo estudo do Brian Solis, em um artigo americano, o The Erosion of Privacy and the Rise of Publicness…and why it’s a good thing.
FONTE: http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/a-sua-privacidade-nao-e-mais-importante-do-que-a-oportunidade-de-criar-a-sua-marca-pessoal
Nas mídias sociais, escolhemos a vida que transmitimos através de cada atualização em nossos canais, e mostramos, através de vídeos, fotos, compartilhamentos, aquilo que queremos passar para a outras pessoas.
A questão é: será que esses fragmentos digitais correspondem à mesma pessoa que eu, você e todo mundo conectado realmente somos?
E, muito mais importante do que isso é: o que as pessoas que estão conectadas a você, direta ou indiretamente, tiram de tudo que você compartilha, mostra, exibe e fala?
Enquanto estamos empolgadíssimos querendo mostrar o quanto sabemos, o quanto somos bonitos e intelectualmente atraentes para o nosso vizinho de Facebook – aqui no Brasil abreviado amigavelmente por apenas “face” – estamos muito longe de entender o que tudo significa e qual o nosso papel dentro dessa brincadeira toda.
Se é que cumprimos um papel em alguma coisa.
Mas, como sou partidário de que, em muitas coisas cumprimos um papel de Truman, interpretado por Jim Carrey no filme “O Show de Truman”, é bem capaz que o nosso papel nessa brincadeira toda seja muito mais do que nossa foto de perfil.
E, pra começar, nós seremos a última geração a ter um conceito de privacidade como antigamente. A partir de hoje, a privacidade é algo que precisa ser ensinado e, porque não, matéria nas escolas.
Isso, porque, cada vez mais, o que publicamos, o que pensamos, o que fazemos online vai exigir cada vez mais cuidado. Até por que, estamos construindo um pequeno retrato de quem somos. E será que somos o que compartilhamos, conforme preconiza o livro “Você é o que você compartilha” do Gil Giardelli?
Se for assim, precisamos ter cuidado. Será que nossos perfis são uma janela para a alma?
Você, na internet, é a grande estrela para o seu reality show online. No trailer de “A Rede Social”, um relato ficcional – mas vendido como baseado em fatos reais – sobre as origens do Facebook, uma versão de Creep, do Radiohead é cantada à capella. Um verso se destaca, que o: “eu quero que você perceba…” e é justamente nessa pequena frase que reside a inspiração para as redes socias.E é aí que entra a conexão entre publicidade e privacidade (os 2 P’s dos negócios online que envolvem comunidades?). Essa relação é impulsionada pela necessidade muito humana de aceitação, a negação da solidão e o pertencimento a uma comunidade.
Afinal, quem quer ser sozinho e isolado nesse mundo?
Nós estamos online, nas redes, com a esperança de ganhar atenção e conexão de nossos pares e dos amigos dos nossos amigos.
Queremos estar conectados, juntos e ligados não apenas a nossos amigos. Mas também aos amigos de nossos amigos, e qualquer um que quiser nos conhecer e qualquer pessoa que desejam saber mais sobre nós.
Mas, no fundo, somos vistos apenas pelos nossos avatares, nossas fotos, nossos dados de perfil, já que estamos por trás da configuração de nossa privacidade e, podemos escolher quem tem o direito de ver o que fazemos.
Assim, escolhemos, simplesmente, entre fazer um monólogo, ou fazer um monólogo, já que um diálogo é quando duas pessoas conversam em torno de um assunto, que é o que menos acontece – e é o desafio de todos nós.Mas, as redes sociais são as grandes testemunhas das nossas experiências e das impressões que temos das coisas ao nosso redor e que escolhemos exibir para os outros fazerem juízo daqulo que somos.
Recebemos recompensa pelo engajamento, entre comentários, curtidas, retweets, mensagens, favoritos e até mesmo um aumento em nossa reputação no Klout.
Ao longo do tempo, nossa presença online pode variar de um simples usuário, que apenas marca presença online, até um influenciador – que deve ser a palavra do milênio nos negócios digitais.
Enquanto os seres humanos forem – e sempre serão – criaturas sociais por natureza, vamos cada vez mais nos isolando offline, e entrando nas comunidades online.
As mídias sociais são uma valiosa ferramenta de aumentarmos o nosso diáologo online e, se bem utilizadas, offline também. Com isso criamos a possibilidade de expandir nosso gráfico social no mundo real – afinal de contas, nunca é tarde para conhecermos um amigo de Facebook ou Twitter no mundo aqui fora.
A economia social da publicidade e privacidade.
Facebook e companhia limitada incentivam a participação e aumentam os aspectos da publicidade em troca de uma recompensa. Compartilhamos informações para ter uma recompensa. Curtimos para ganhar algo em troca.Essa troca de informações servem como moeda para definir o quadro da economia social aonde o capital são ganhos de popularidade, influência e, por que não, publicidade.
Sam Lessin, fundador da Drop.io sabiamente percebeu esta mudança sócio-econômica quando afirmou: “a privacidade, antigamente era gratuita. A publicidade já foi caríssima. Agora tudo se inverteu: você tem que pagar um mix de dinheiro, tempo, capital social e muito mais se quiser privacidade”.Movido por essa declaração, Jeff Jarvis, um famoso comentarista de mídia e autor de Public Parts observou: “uma vez tão abundante, a privacidade é agora escassa. Uma vez que com pouca publicidade tudo é abundante”.
Chegamos a um ponto em que precisaremos ensinar sobre privacidade. Agora, temos nela – a privacidade – uma necessidade desesperada. Precisamos de publicidade para construir nossa marca pessoal e para nos tornamos mais influentes para as pessoas que estão ao nosso redor.
Na economia social, o capital precisa ser medido por meio a nossa publicidade pessoal, o valor de nossa marca e tudo aquilo que aumenta a nossa influência.
Agora, você precisa escolher.
Isso mesmo, você ainda tem o poder de escolher entre criar a sua marca pessoal e atrair publicidade para si mesmo, ou se isolar na sua privacidade.Você constrói um espaço público. Um espaço aonde as pessoas esperam ter informações sobre você. O espaço não é seu, da sua empresa, ou da sua mãe. O espaço é de quem visitar o seu perfil. Ele é uma mídia – publicitária – para vender um produto – o você.
O que você diz nesse espaço público digital será encarado como verdade e como a sua opinião pelo mundo. O que você opina, divulga e mostra, será encarado como a sua personalidade por aqueles que estão a sua volta.
A dúvida é: o que você vai fazer com isso, sabendo dessas informações?
O grande questionamento que precisamos propor aqui não é sobre a privacidade online e a sua publicidade – que pode ser gratuita –, mas sim sobre a maneira com que você utiliza esse espaço para promover VOCÊ!O que o “você ideal” das redes sociais deveria compartilhar? Qual a imagem que uma pessoa quer passar sobre ela nas redes sociais? Qual é a publicidade que você quer fazer sobre você mesmo online? A pessoa que apenas adora sexta-feira, baladas e viagens, ou uma pessoa que só pensa em farra?
Estamos apenas no começo.
Pense assim: se você tivesse ganho um espaço de 15 segundos no intervalo da novela das 21h na Globo, você iria dizer o que? Iria comemorar a sexta-feira, a Oktoberfest, ou ia mostrar um outro lado, exaltando os seus melhores adjetivos e enfeitando pavão?Então, por que diabos você acaba caindo nessa armadilha nas redes sociais.
A vida não é sobre encontrar a si mesmo. A vida é sobre a criação de si mesmo. George Bernard Shaw.
Esse artigo foi inspirado por um belo estudo do Brian Solis, em um artigo americano, o The Erosion of Privacy and the Rise of Publicness…and why it’s a good thing.
FONTE: http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/a-sua-privacidade-nao-e-mais-importante-do-que-a-oportunidade-de-criar-a-sua-marca-pessoal
domingo, 28 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
Brasil é um dos líderes no acesso a internet móvel
Genebra - África do Sul e Brasil encabeçam a lista de países em que as pessoas acessam a internet através de dispositivos móveis, segundo um estudo elaborado pela empresa de consultoria tecnológica Accenture, que concluiu que no ano passado, 79,5% e 77% dos usuários de internet nos respectivos países, fizeram uso do serviço através de aparatos móveis.
O estudo foi elaborado a partir de 17.225 enquetes de usuários de internet da Alemanha, Áustria, Brasil, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, México, Reino Unido, Rússia, África do Sul e Suíça, conclui que 69% dos usuários nestes países acessam a internet através de dispositivos móveis.
Atrás da África do Sul e do Brasil, está a Irlanda, também com 77%, seguida por Suíça e Espanha, com 76%, e Reino Unido, com 64%.
Já por sexos, os homens utilizam mais dispositivos de acesso à internet do que as mulheres, com 73% contra 66%, embora em certos casos a diferença seja significativa, como na Áustria, onde 76% dos homens utilizam o serviço contra 66% das mulheres, ou mesmo na Finlândia, onde a diferença é de 20 pontos (68% de homens contra 48% de mulheres).
No conjunto de 13 países analisados no estudo, 61% dos usuários de internet acessaram a rede através de "smartphones", 37% através de "netbooks" e 22% através de "tablets", sendo que em muitos casos é possível somar o uso de vários dispositivos móveis.
O estudo revela que 45% de pessoas com mais de 50 anos acessam a internet através de dispositivos móveis e assegura que 58% do total de usuários de todas as categorias de idade usa este acesso à internet para atividades pessoais, frente aos 20% que acessam por questões relacionadas ao trabalho.
Em relação aos aplicativos, o estudo da Accenture conclui que são os homens que mais baixam coisas, com 74% contra 68%, e que estes downloads são especialmente populares no México e na África do Sul.
Segundo o relatório, 66% dos russos fazem download de melodias para telefone, embora também baixem aplicações informativas, da mesma forma que os usuários de dispositivos móveis na Alemanha, Áustria, França, Itália, Irlanda, Reino Unido, Suíça e África do Sul, enquanto brasileiros, espanhóis, finlandeses e mexicanos gostam mais de downloads de entretenimento.
O envio e a recepção de e-mails é o uso mais habitual dos telefones celulares, com 70% dos usuários que utilizam um programa de e-mail já instalado em seus dispositivos móveis, embora 62% também tenham dito que utilizam os aparatos móveis para enviar mensagens instantâneas.
México e África do Sul são os maiores usuários deste serviço, com 82% e 83%, respectivamente, seguidos de Brasil, com 73%, e Espanha, com 70%. O relatório revela também que 46% dos indagados realizaram transações bancárias através de dispositivos móveis, enquanto 57% baixaram e assistiram vídeos curtos e 36% acessaram a internet pela televisão.
O estudo foi elaborado a partir de 17.225 enquetes de usuários de internet da Alemanha, Áustria, Brasil, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, México, Reino Unido, Rússia, África do Sul e Suíça, conclui que 69% dos usuários nestes países acessam a internet através de dispositivos móveis.
Atrás da África do Sul e do Brasil, está a Irlanda, também com 77%, seguida por Suíça e Espanha, com 76%, e Reino Unido, com 64%.
Já por sexos, os homens utilizam mais dispositivos de acesso à internet do que as mulheres, com 73% contra 66%, embora em certos casos a diferença seja significativa, como na Áustria, onde 76% dos homens utilizam o serviço contra 66% das mulheres, ou mesmo na Finlândia, onde a diferença é de 20 pontos (68% de homens contra 48% de mulheres).
No conjunto de 13 países analisados no estudo, 61% dos usuários de internet acessaram a rede através de "smartphones", 37% através de "netbooks" e 22% através de "tablets", sendo que em muitos casos é possível somar o uso de vários dispositivos móveis.
O estudo revela que 45% de pessoas com mais de 50 anos acessam a internet através de dispositivos móveis e assegura que 58% do total de usuários de todas as categorias de idade usa este acesso à internet para atividades pessoais, frente aos 20% que acessam por questões relacionadas ao trabalho.
Em relação aos aplicativos, o estudo da Accenture conclui que são os homens que mais baixam coisas, com 74% contra 68%, e que estes downloads são especialmente populares no México e na África do Sul.
Segundo o relatório, 66% dos russos fazem download de melodias para telefone, embora também baixem aplicações informativas, da mesma forma que os usuários de dispositivos móveis na Alemanha, Áustria, França, Itália, Irlanda, Reino Unido, Suíça e África do Sul, enquanto brasileiros, espanhóis, finlandeses e mexicanos gostam mais de downloads de entretenimento.
O envio e a recepção de e-mails é o uso mais habitual dos telefones celulares, com 70% dos usuários que utilizam um programa de e-mail já instalado em seus dispositivos móveis, embora 62% também tenham dito que utilizam os aparatos móveis para enviar mensagens instantâneas.
México e África do Sul são os maiores usuários deste serviço, com 82% e 83%, respectivamente, seguidos de Brasil, com 73%, e Espanha, com 70%. O relatório revela também que 46% dos indagados realizaram transações bancárias através de dispositivos móveis, enquanto 57% baixaram e assistiram vídeos curtos e 36% acessaram a internet pela televisão.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
A importância da Organização Pessoal
A falta de organização é um problema para muitas pessoas, manter a vida em ordem não é uma tarefa fácil.
A organização, nada mais é do que métodos para melhorar o desempenho pessoal e profissional. Em novembro de 2008, a NAPO (Associação Nacional de Organizadores Profissionais) fez uma pesquisa com 400 adultos sobre a necessidade de estar e ficar organizado. As pesquisas revelaram que:
• 71% disseram que se fossem mais organizados sua vida melhoraria;
• 65% referiram que sua casa seria moderadamente desorganizada;
• 27% declararam que sua desordem os impede de ser eficaz no trabalho.
A desorganização prejudica a produtividade que podem gerar estresse e sérios problemas de saúde. Uma vida organizada elimina todos esses efeitos.
Dentre os benefícios na organização está a economia de tempo, dinheiro e a redução dos níveis de estresse e frustração, ainda é possível se dedicar às pessoas e atividades que lhe proporcionam prazer. Um método eficaz para organização pessoal deve inspirar as pessoas. Segue abaixo as vantagens de uma vida mais organizada:
• Otimização do tempo;
• Melhora na autoestima;
• Equilibro no trabalho, vida pessoal e familiar;
• Objetivos claros e planejamento;
• Estratégias para delegação das tarefas;
• Estresse controlado;
• Controle da própria vida.
Especialistas em organização como: psicólogos, personal organizer, decoradores e empregadas domésticas concordam que não existem soluções prontas. Há diferentes personalidades e estilos, de modo que solução perfeita é a que funciona melhor para cada um. É necessário dar o primeiro passo. Organizando sua vida pessoal verá que não existe falta de tempo e sim tempo mal administrado.
A solução é adotar hábitos que possam contribuir para o alcance do equilibro entre a vida pessoal e profissional. Organizar é um desafio, pois exige uma mudança de comportamento. É controlar a própria vida, escolher prioridades, determinar o que é realmente importa.
No mercado existem 8.373 ferramentas de organização pessoal e gestão de tempo. Há também equipamentos como: notebooks, smartphones, iPads, além da tradicional agenda que são úteis para auxiliar no processo. Cada indivíduo deve encontrar a sua técnica. É necessário conhecer as principais, entender o que funciona para você e adotar o seu próprio estilo.
O planejamento é a arma mais importante para quem quer se organizar. A pessoa deve ter disciplina após escolher o melhor modo. E você, já começou a organizar a sua vida? Mãos a obra!
A organização, nada mais é do que métodos para melhorar o desempenho pessoal e profissional. Em novembro de 2008, a NAPO (Associação Nacional de Organizadores Profissionais) fez uma pesquisa com 400 adultos sobre a necessidade de estar e ficar organizado. As pesquisas revelaram que:
• 71% disseram que se fossem mais organizados sua vida melhoraria;
• 65% referiram que sua casa seria moderadamente desorganizada;
• 27% declararam que sua desordem os impede de ser eficaz no trabalho.
A desorganização prejudica a produtividade que podem gerar estresse e sérios problemas de saúde. Uma vida organizada elimina todos esses efeitos.
Dentre os benefícios na organização está a economia de tempo, dinheiro e a redução dos níveis de estresse e frustração, ainda é possível se dedicar às pessoas e atividades que lhe proporcionam prazer. Um método eficaz para organização pessoal deve inspirar as pessoas. Segue abaixo as vantagens de uma vida mais organizada:
• Otimização do tempo;
• Melhora na autoestima;
• Equilibro no trabalho, vida pessoal e familiar;
• Objetivos claros e planejamento;
• Estratégias para delegação das tarefas;
• Estresse controlado;
• Controle da própria vida.
Especialistas em organização como: psicólogos, personal organizer, decoradores e empregadas domésticas concordam que não existem soluções prontas. Há diferentes personalidades e estilos, de modo que solução perfeita é a que funciona melhor para cada um. É necessário dar o primeiro passo. Organizando sua vida pessoal verá que não existe falta de tempo e sim tempo mal administrado.
A solução é adotar hábitos que possam contribuir para o alcance do equilibro entre a vida pessoal e profissional. Organizar é um desafio, pois exige uma mudança de comportamento. É controlar a própria vida, escolher prioridades, determinar o que é realmente importa.
No mercado existem 8.373 ferramentas de organização pessoal e gestão de tempo. Há também equipamentos como: notebooks, smartphones, iPads, além da tradicional agenda que são úteis para auxiliar no processo. Cada indivíduo deve encontrar a sua técnica. É necessário conhecer as principais, entender o que funciona para você e adotar o seu próprio estilo.
O planejamento é a arma mais importante para quem quer se organizar. A pessoa deve ter disciplina após escolher o melhor modo. E você, já começou a organizar a sua vida? Mãos a obra!
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